CRÍTICAS ESTREIAS

Alguém Como Eu: De bom, só a intenção

Paolla Oliveira e Ricardo Pereira são bonitos, talentosos e carismáticos. Não mereciam se envolver com esse romance chinfrim e muito mal escrito, dirigido por um inseguro cineasta português chamado Leonel Vieira.

Ela é uma executiva carioca que não acerta com os homens, até que vai trabalhar em Lisboa e o bonitão nativo surge literalmente na sua porta. Não há nada de muito errado na relação, mas a moça se enche da rotina e deseja que o amado seja “mais como ela”.

Basta uma olhadinha para o céu e eis que, do nada, passa a ver o namorado como uma mulher. Essa artimanha do roteiro rende cenas constrangedoras e é tão descabida que termina abandonada sem sutileza.

Comédias românticas nacionais são raras e bem-vindas, mas precisa caprichar!

 

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