CRÍTICAS ESTREIAS

Amores reais e imaginários: veja as críticas

MICHELLE E OBAMA

Em pouco menos de uma 1 hora e meia, o longa se propõe a mais do que parece possível. Quer mostrar como o futuro presidente dos Estados Unidos Barack Obama conheceu sua esposa, Michelle. Também desvenda um pouco do passado do casal, os ideais e paixões que os moveriam politicamente, até os acontecimentos que culminaram com a chegada à Casa Branca. Tudo isso sem perder o clima leve e gostoso de romance de primeiro encontro. Apesar de herculeano, consegue realizar o feito, mas fica um tanto raso no final e se torna facilmente esquecível. Vale mais pela atuação da dupla protagonista. RENATA PRIMAVERA

Cotação: **1/2

TAMO JUNTO

Felipe termina o namoro com planos de aproveitar a vida de solteiro enquanto ainda é jovem, mas logo percebe que a decisão talvez não seja tão acertada. Sem parceiros com quem curtir as noitadas, ele recorre ao esquisito amigo de infância Paulo Ricardo, um rapaz que se recusou a amadurecer. É com essa dupla inusitada que a história segue adiante com muita metalinguagem e referências à cultura pop, em uma toada que bebe da fonte das comédias juvenis hollywoodianas. O roteiro não se nega a aproveitar e reafirmar clichês do gênero em nome de um exercício dramatúrgico que agrada, mas emociona pouco. EDU FERNANDES

Cotação: ***

O AMOR NO DIVÃ

A ideia é boa: uma terapeuta de casais prestes a completar 30 anos de união começa a atender um casal jovem e, durante as consultas, toma consciência dos próprios problemas matrimoniais. Zezé Polessa, Daniel Dantas, Paulo Vilhena e Fernanda Paes Leme formam o carismático quarteto. O deslize aqui está na caricatura, que rotula os personagens sem deixar espaço para nuances. Há também sequências arbitrárias e deslocadas, como o personagem de Vilhena dançando nu, apenas com um avental de cozinha, e o uso do batido recurso do depoimento de outros casais sobre a relação. Um filme bonitinho, mas ordinário. SUZANA UCHÔA ITIBERÊ

Cotação: **1/2

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