CRÍTICAS ESTREIAS

Churchill: A história não revelada

Gary Oldman já é aposta certa na corrida ao Oscar 2018, pela transformação física que passou para viver Winston Churchill em O Destino de Uma Nação, exibido no Festival de Toronto. Já Brian Cox dispensou maquiagem pesada e próteses, e engordou dez quilos para tomar a forma roliça do ex-primeiro ministro britânico em Churchill.

Cada  filme examina sua atuação em um período específico da Segunda Guerra. Se Oldman assume a posição no início do conflito e tem de decidir entre negociar com os nazistas ou contra atacar, o Churchill do filme dirigido por Jonathan Teplitzky (Uma Longa Viagem) é um homem abatido, muito mais uma figura política com a missão de elevar o moral do povo inglês do que um estrategista. Às vésperas do Dia D, ele teme a carnificina na Invasão da Normandia.

O foco é seu conflito com o comando militar, em especial o general “Ike” Eisenhower (John Slaterry), líder supremo da força aliada na Europa – e futuro presidente dos Estados Unidos. Miranda Richardson faz a esposa, Clementine, e James Purefoy dá vida ao Rei George VI, com quem Churchill tem os melhores diálogos do filme.

 

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