CRÍTICAS ESTREIAS

Cinquenta Tons de Liberdade: Mais sexo, mais ação

E não é que a coisa esquenta no terceiro e último filme da saga erótica Cinquenta Tons? Cinquenta Tons de Cinza era pudico demais para uma história de sadomasoquismo e Cinquenta Tons Mais Escuros até ganhou toques de thriller, mas as cenas calientes eram só mornas…

Embora tenha sido rodado ao mesmo tempo que a segunda parte, o fechamento da trilogia tem um roteiro mais redondo e os pombinhos finalmente estão mais ousados nas cenas de sexo. O enredo, claro, é uma bobagem.

Anastasia (Dakota Johnson) e Christian (Jamie Dornan) tornam-se marido e mulher. Só que a lua de mel do casal Grey é interrompida por notícias de que arquivos da empresa dele foram roubados. O mesmo Jack Hyde (Eric Johnson) que assediou Anastasia em Cinquenta Tons Mais Escuros e se deu mal, óbvio, agora quer vingança. Mas os motivos são tão bobinhos quanto as cenas de ação.

Ainda assim, a presença de um vilão ajuda a prender a atenção.  As cenas de sexo nesse fechamento também são bem mais sensuais. Afinal, foram elas que arrebataram leitoras de todo o mundo e levaram os romances da agora milionária E.L. James aos cinemas.

Agora, para a moçada da nova geração que curte erotismo, nada bate 9 1/2 Semanas e Meia de Amor (1986), com Kim Basinger –  que ironicamente vive Elena Lincoln, a mentora sexual de Christian – e Mickey Rourke. O filme de Adrian Lyne ficou três anos consecutivos em cartaz em um cinema de São Paulo. Ali a tela pegava fogo.

 

 

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