CRÍTICAS ESTREIAS

COLOSSAL e UM TIO QUASE PERFEITO garantem o riso

COLOSSAL

Em Colossal, Gloria (Anne Hathaway) já está ali pelos 30 anos, mas se comporta como adolescente, sem se dedicar ao trabalho e bebendo tanto que seu namorado Tim (Dan Stevens) perde a paciência e a coloca para fora de casa. Ela então vai passar um tempo em sua cidade natal, onde reencontra Oscar (Jason Sudeikis), com quem estudou no ensino fundamental e agora é dono de um bar.

Os dois podiam ter grandes expectativas para suas vidas, mas elas não se confirmaram. O álcool vira seu refúgio. A graça do filme está na relação que faz entre o vício e um monstro que começam a atacar Seul. Nem sempre o diretor e roteirista espanhol Nacho Vigalondo sabe o que fazer com sua história, mas, sem dúvida, ela é original. MARIANE MORISAWA

Cotação: 

UM TIO QUASE PERFEITO

Depois de Paulo Gustavo, Samatha Schmütz e Tatá Werneck, mais um nome do humorístico Vai Que Cola! faz voo solo no cinema. Vale um elogio a forma como Marcus Majella contém a afetação do personagem Ferdinando para estrelar essa genuína comédia familiar.

Ele é Tony, que vive de bicos – e trambiques -, e tem uma mãe ainda mais picareta. Quando são despejados, pedem abrigo na casa da irmã de Tony, que só concorda em recebê-los porque vai viajar a trabalho e não tem com quem deixar os três filhos. A trama é uma mistura de A Babá Quase Perfeita com Operação Babá. Bobinho, mas não faz mal a ninguém. SUZANA UCHÔA ITIBERÊ

Cotação: 

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