CRÍTICAS ESTREIAS

Deadpool 2: Turbilhão de piadas em ritmo alucinante!

Superar o primeiro Deadpool já era, em si, um grande desafio. Ainda mais depois que o diretor Tim Miller decidiu pular fora da continuação após se desentender com o astro Ryan Reynolds. Quando David Leitch (um veterano dublê que se tornou cineasta e fez recentemente Atômica, estrelado por Charlize Theron) assumiu o posto, os fãs ficaram um pouco apreensivos que a produção priorizasse a ação ao invés do humor. Por sorte, isso não aconteceu.

Deadpool 2 é tudo aquilo que você espera de uma sequência. Lembra O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final… Não em relação à trama, mas por conseguir ser melhor ainda que o original (se bem que rola até uma viagem no tempo também). Como todo mundo já conhece o desbocado anti-herói, o filme dispensa apresentações e pula direto para o prato principal: a “zoação” sem limites.

As referências vão de coisas meio óbvias – como Wolverine, James Bond e todos os filmes da Marvel e DC –, passando por pérolas como Yentl, drama estrelado por Barbra Streisand, o musical Annie e a animação Frozen. São tantas as brincadeiras que você vai precisar ver o filme mais de uma vez para desfrutar das piadas.

Reynolds é o centro das atenções, mas sobra espaço para seus coadjuvantes, como Josh Brolin (visto recentemente como Thanos em Vingadores: Guerra Infinita) e seu nervoso Cable, Zazie Beetz (a mutante Domino, que tem a sorte como superpoder) e o garoto Julian Dennison (Russell, o garoto que Cable volta no tempo para matar). Quanto menos você saber da história, mais vai se surpreender com Deadpool 2.

Diversão garantida para toda a família (pelo menos para quem tiver mais de 18 anos, claro).

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