CRÍTICAS ESTREIAS

Desejo de Matar: Hora da vingança

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A “saga” das refilmagens continua. Os resultados, quase sempre, não são bons. No entanto, é válido comemorar quando o contrário acontece. Seja pelo valor afetivo em relação ao original seguir incólume ou perceber que certas obras merecem chegar em novas gerações, pelo bom roteiro ou oportunidade de trazer um determinado tema à tona. O projeto é de 2012, mas a polêmica “justiça com as próprias mãos”, volta e meia, ganha força em algumas sociedades. Assim, o novo Desejo de Matar joga os holofotes sobre o que poderia ser um ciclo ao resgatar o justiceiro Paul Kersey.

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Baseado no romance homônimo de Brian Garfield, que gerou uma série de cinco filmes, iniciada em 1974 e estrelada por Charles Bronson no papel do arquiteto “vigilante”, a história revitalizada traz Bruce Willis (acima) como um ótimo cirurgião de emergências em um hospital de Chigago, cidade assolada por uma onda de criminalidade. Trocar a profissão do protagonista foi uma boa sacada. Sempre preocupado em salvar vidas, sua maneira de pensar muda radicalmente quando esposa e filha se tornam vítimas de criminosos. É hora da vingança.  Originalmente concebido por Joe Carnahan, o roteiro foi reescrito por oito pessoas, entre elas o próprio diretor Eli Roth, um louco por terror estreando no gênero ação. Além da fartura sanguinolenta, marcas registradas como o humor negro, deboche, boa trilha e referências ao título original estão presentes. Surpreendeu. O elenco conta ainda com Vincent D’onofrio, Elisabeth Shue e Dean Norris.

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