CRÍTICAS ESTREIAS

Guardiões da Galáxia Vol. 2: A festa maluca dos super-heróis!

Você curte rock dos anos 70, sabe quem é David Hasselhoff (o astro da série S.O.S. Malibu original) e está familiarizado com referências culturais da década de 80 (como, por exemplo, a série A Supermáquina e o videogame Pac-Man)? Então não tem erro, Guardiões da Galáxia Vol. 2 foi feito para você. E nem é preciso ser fã de HQs ou super-heróis para se divertir com as desventuras dos mais excêntricos personagens da Marvel. Se no primeiro filme ficou claro que o diretor e roteirista James Gunn foi comedido (provavelmente para não chocar demais os executivos do estúdio), neste ele fez o que bem quis. E o público saiu ganhando.

Guardiões da Galáxia Vol. 2 parece uma versão light de Deadpool, com o mesmo espírito, mas sem cenas proibidas para menores. Não tem medo de brincar com os clichês do gênero, tem ótimas piadas e consegue ser ousado sem ser vulgar. E o melhor de tudo é que a diversão é garantida para todas as idades.  Funciona para a garotada, que embarca na ação das batalhas espaciais e na figura simpática de Baby Groot (novamente dublado por Vin Diesel), os jovens que vão ficar caçando referências dos quadrinhos e também o público mais velho, que vai relembrar de coisas da infância.

A história se passa logo após os acontecimentos do primeiro filme, com a turma liderada por Peter Quill (Chris Pratt) se preparando para enfrentar uma gigantesca criatura. Na verdade, é apenas um pretexto para botar na história o pai de Quill, Ego (o veterano Kurt Russell, visto recentemente em Velozes e Furiosos 8), e também estabelecer o relacionamento quase familiar entre os personagens principais. Depois da seriedade exagerada de Capitão América: Guerra Civil, a Disney acertou com uma sequência de filmes mais alternativos, como Doutor Estranho e Guardiões da Galáxia Vol. 2. e, ao que tudo indica, Thor Ragnarok. Um bom respiro antes da chegada do próximo Os Vingadores.

Cotação: ****

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