CRÍTICAS ESTREIAS

Hotel Transilvânia 3 – Férias Monstruosas: Drácula romântico

No primeiro Hotel Transilvânia, um humano descobre o resort exclusivo para monstros gerenciado pelo Drácula e se apaixona pela filha do sanguessuga. Na continuação, o vovô Drácula aproveita a viagem a dois da filha com seu marido humano (sim, o hóspede intruso do original) para curtir o neto e fazer aflorar sua porção monstruosa.

O sucesso foi enorme. As duas animações arrecadaram juntas mais de US$ 830 milhões pelo mundo. É muita coisa, e explica Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas. Mas há uma virada de gênero aqui. Os anteriores faziam rir ao tirar sarro do universo de monstros sagrados como Drácula, Lobisomem, Pé Grande e Frankenstein. Agora o humor divide espaço com o romance.

Drácula está solitário, tristonho, à procura de um amor, mas a filha acha que é cansaço e presenteia o pai com férias em um cruzeiro – a trupe do hotel vai de carona.  Onde? Triângulo das Bermudas, claro. É ali que ele se encanta pela capitã do navio, a humana Ericka, mas ela tem segundas intenções.

Genndy Tartakovsky permanece na direção e acerta com a mudança de cenário. A secular rivalidade entre Drácula e Van Helsing – o caçador de vampiros – permeia a trama, mas o resultado é inferior, mais ingênuo e menos satírico. Para a garotada, porém, continua uma ótima opção para animar as férias escolares.

 

 

 

 

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