CRÍTICAS ESTREIAS

Kin: Arma futurista mal aproveitada

Kin funciona bem como o prólogo do que poderia ter sido um bom filme de ficção científica, quem sabe até uma série, mas só diz a que veio no final, literalmente. Os irmãos gêmeos Jonathan e Josh Baker alongam seu curta Bag Man e a produção é de Shawn Levy, de Stranger Things.

Falta enchimento na história de um garoto que encontra uma arma futurista em um galpão abandonado. O irmão mais velho dele (não de sangue, pois o menino é adotado) sai da prisão e é ameaçado pelo bandido (James Franco, sim, ele mesmo, canastrão total) a quem deve dinheiro.

A dupla cai na estrada em fuga, depois de testar a potente arma, que faz estragos com raios de luz. A origem do artefato e os motoqueiros mascarados que, tudo indica, vieram do futuro para resgatá-lo, deixam o espectador curioso.

A revelação de quem são ao final é animadora. Pena que até aí é tudo uma grande embromação.

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