CRÍTICAS ESTREIAS

Kingsman – O Círculo Dourado: Bem divertido!

O primeiro Kingsman foi uma das maiores – se não a maior – surpresas de 2015. Com uma produção até que modesta para os padrões hollywoodianos (custou cerca de US$ 80 milhões), o filme agradou em cheio o público com uma mistura bem dosada de ação e comédia. Depois de faturar mais de US$ 400 milhões na bilheteria mundial, uma continuação era meio que inevitável.

Kingsman: O Círculo Dourado é divertido, mas é bom avisar que não chega aos pés do original. Se antes o diretor Matthew Vaughn cadenciava o ritmo em favor da história, agora ele resolveu botar o pé no acelerador. O resultado enche os olhos, mas dá uma incômoda sensação de que Vaughn queria apenas deixar tudo mais grandioso.

Pedro Pascal

Isso até justifica a presença de gente famosa como Jeff Bridges, Julianne Moore, Channing Tatum e Halle Berry, mas nenhum dos personagens é realmente bem aproveitado. A graça do filme continua nas mãos do trio formado por  Colin Firth, Taron Egerton e Mark Strong (Jogo da Imitação), que se une para enfrentar a vilã Poppy (Julianne).

Falta originalidade, mas há boas surpresas: principalmente graças ao personagem interpretado por Pedro Pascal (da série Narcos), um agente americano que dá uma mão para os colegas ingleses, e um certo astro da música que praticamente rouba a cena. Não tem momentos antológicos como Kingman: Serviço Secreto, mas não vai decepcionar os fãs. E ainda deixa a porta aberta para um terceiro capítulo.

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