CRÍTICAS ESTREIAS

MEUS 15 ANOS e BRUXARIAS: Para as adolescentes e para os baixinhos

Fim de semana com opção para a garotada de todas as idades, com as estreias de Meus 15 Anos, feito sob medida para o público juvenil, e a animação Bruxarias, só para os pequenos.

MEUS 15 ANOS

A estrelinha da novela Carrossel cresceu. Depois do sucesso das duas aventuras da turminha da escola no cinema, Larissa Manoela voa solo em Meus 15 Anos, adaptação do livro de Luiza Trigo. A trama é clichê, mas desvia da mesmice com a ajuda de um elenco simpático, com destaque para Rafael Infante como o pai da protagonista.

Bia vai fazer 15 anos, mas não quer saber de festa. Pouco popular, prefere tocar ukulele e compor músicas com o amigo Bruno (Daniel Botelho) – também do time dos esquisitos. Sem ela saber, o pai a inscreve em um concurso cujo prêmio é uma festa de debutante. Bia ganha, claro. Dos preparativos ao baile, o filme segue sem grandes surpresas, mas nem por isso deixa de ser envolvente.

Cotação: 

BRUXARIAS

Difícil prever se os pais vão levar os filhotes aos cinemas para ver essa animação espanhola. Diferente das animações da Pixar, que conseguem encantar adultos e crianças, Bruxarias é só para os pequenos mesmo. Malva é uma menina de 10 anos que leva uma vida tranquila com sua avó e seu gatinho. A senhora tem uma vendinha de produtos medicinais, cujas fórmulas são um segredo ancestral guardado pela família. Uma delas faz voar e é essa que Malva pretende usar para se aventurar e sair da rotina.

Quem está de olho nos produtos é o dono de uma fábrica de cosméticos, que decide raptar a vovó para descobrir os ingredientes secretos. Malva então reúne os amigos para resgatá-la. Sem vilões assustadores, com um colorido alegre e uma inocência bem-vinda, o desenho deve divertir a plateia mirim – enquanto os adultos tiram um bom cochilo.

Cotação: 

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