CRÍTICAS

O Natal dos Coopers

o-natal-dos-coopers-love-the-coopers-3

O Natal dos Coopers é o único filme típico da época que estreia este mês

Baixe as expectativas e se deixe levar pelas boas intenções de O Natal dos Coopers, porque essa comédia adocicada estreia para amaciar os corações nessa época de festividades. O formato de múltiplas tramas que se cruzam lembra o também natalino Simplesmente Amor (2003), mas aqui os personagens principais são membros da mesma família. O casal formado por Diane Keaton e John Goodman se prepara para receber os filhos na tão aguardada (porque única) reunião anual familiar. A dupla se dedica a um ritual de afazeres até a hora da ceia. Não demora, porém, a aparecer alguns sinais, aqui e ali, de que esse não será um Natal comum para os Coopers.

o-natal-dos-coopers-love-the-coopersEd Helms faz o filho mais velho, recém-separado e desempregado, cuja meta de arrumar emprego até o fim do ano parece cada vez mais distante. Seus filhos também ganham atenção, especialmente o adolescente, em pleno florescer amoroso. O patinho feio do clã é a nada feia Olivia Wilde, que detesta voltar para casa e receber olhares de desaprovação dos pais por ainda não ter se casado. Desta vez, contudo, ela tem um plano: convencer o jovem militar (Jake Lacy) que acabou de conhecer no aeroporto a se passar por seu namorado.

o-natal-dos-coopers-love-the-coopersO enredo ainda reserva espaço para a irmã da matriarca, uma solteirona solitária interpretada por uma inspirada Marisa Tomei, que é pega no flagra em uma loja e bate um papo pra lá de curioso com o policial (Anthony Mackie) que a leva para a delegacia. E, last but not least, há Alan Alda como o vovô apaixonado pela sofrida garçonete vivida por Amanda Seyfried.

o-natal-dos-coopers-love-the-coopersRoteirista de tramas familiares como Lado a Lado, A História de Nós Dois e Minha Mãe Quer Que Eu Case (também estrelado por Diane Keaton), Jessie Nelson também acertou na direção de Uma Lição de Amor. Desta vez, comanda o roteiro assinado por Steven Rogers, autor dos romances “Quando o Amor Acontece” e “Kate & Leopold”. Ou seja, açúcar não falta. Mas, quer saber? As historinhas são bem contadas, divertem, emocionam, convergem com harmonia, e podem ser assistidas por toda a família, sem restrição de idade. Precisa pedir mais?

(Cotação: ♦♦♦◊◊)

Publicidade

1 Comentário

Deixe o seu Comentário