CRÍTICAS ESTREIAS

Operação Overlord: J. J. Abrams acerta na bizarrice

O diretor de Operação Overlord é o desconhecido Julius Avery, mas é na assinatura de J.J. Abrams como produtor que você precisa estar atento para saber o que esperar dessa mescla entre filme de guerra e terror zumbi. Sim, porque o criador da série Lost  (e diretor de longas como Star Strek e Star Wars: O Despertar da Força) continua apegado a tramas mirabolantes, repletas de suspense, mistérios e uma boa dose de bizarrice.

Explica a Wikipédia que “Operação Overlord foi o codinome para a Batalha da Normandia, uma operação aliada que iniciou a bem-sucedida invasão da Europa Ocidental ocupada pelos alemães durante a Segunda Guerra.” Em O Resgate do Soldado Ryan, Steven Spielberg faz uma reconstituição arrasadora do ponto de partida, com os desembarques da Normandia em 1944.

Pois J.J. Abrams coloca seus soldados perto dali, em um vilarejo francês, com uma tarefa crucial para o Dia D: destruir um transmissor de rádio nazista no topo de uma igreja fortificada.

Um grupo de paraquedistas americanos entra em ação e a primeira etapa é um legítimo filme de guerra, mas a dupla de roteiristas Billy Ray (Jogos Vorazes) e Mark L. Smith (O Regresso) quer brincar com os gêneros e coloca dentro da tal igreja um laboratório onde os nazistas estão desenvolvendo um experimento tão cruel quanto macabro com os pacatos moradores.

O horror da guerra recebe um potente aditivo de terror com a criaturas com que a trupe vai se deparar. O barato é que Abrams carrega tanto nas cores que Operação Overlord ganha status de filme B.  O produtor está em sintonia com o público jovem e sabe que um pouco de zoação não faz mal a ninguém.

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