CRÍTICAS ESTREIAS

A Vilã: Pancadaria coreana com louvor

Fiquei extasiada com as cenas de luta de Atômica, com Charlize Theron batento e apanhando muito. Terminada a longa sequência inicial de A Vilã, voltei a respirar e bateu a certeza de que ninguém se compara aos cineastas sul-coreanos quando o assunto é pancadaria sanguinária.

Jung Byung-gil (Confissão de Assassinato) pode não ter o estilo elegante de Park Chan-wook (Old Boy), mas faz a adrenalina jorrar. Principalmente na abertura, ao colocar a câmera na posição dos olhos da protagonista, em uma sensacional sessão de carnificina e artes marciais.

A trama tem um que de novela e até investe no romance. Desde pequena, Sook-hee (Kim Ok-bin, de Sede de Sangue) foi treinada para se tornar assassina e isso o enredo traz em flashbacks. Seu status atual é como agente secreta de uma Agência de Inteligência, de onde espera sair com a ficha limpa e levar uma vida comum com sua filhinha. Há um belo quebra-cabeça para se montar aqui e as peças são entregues sem aviso. Preste atenção.

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