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CAPA DE FEVEREIRO

Caros leitores, pedimos desculpas pelo atraso na publicação da capa da edição de fevereiro. Resolvemos aguardar um pouco mais até garantir que a revista estivesse pronta e entregue (o que aconteceu na última sexta-feira). Graças à agilidade da gráfica, a previsão é que a distribuição tenha início já a partir do dia 6.
Neste mês, PREVIEW não só prepara os leitores para a entrega do OSCAR – com uma reportagem completa com todos os indicados, favoritos e surpresas da tão aguardada cerimônia – como fala da polêmica em torno da adaptação cinematográfica do fenômeno literário CINQUENTA TONS DE CINZA . Se não bastasse, tem também Colin Firth brincando de espião KINGSMAN: SERVIÇO SECRETO, dirigido por Matthew Vaughn (o mesmo de Kick-Ass e X-Men: Primeira Classe), e ainda os nacionais SUPERPAI – comédia de ação com Danton Mello, Dani Calabresa e Antonio Tabet – e CASA GRANDE, o primeiro longa de ficção de Fellipe Barbosa (do documentário Laura). Isso e muito mais a partir do dia 6 de fevereiro, nas bancas!

Preview 65 capa

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  • Maravilhosa PREVIEW

    Antes de mais nada quero dizer que sou cinéfilo, interessado e amante por cinema e séries desde criança. Atualmente trabalho com isso – sou compositor e roteirista. Colecionava a extinta revista SET, e quando a PREVIEW surgiu, me senti – e sinto-me – lisonjeado por receber com gratidão a qualidade de sua publicação. O momento maior do mês é quando a revista chega na banca, e posso comprá-la para passar alguns dias saboreando-a como um bom vinho: com calma, para durar mais o prazer. Esse prazer já dura 66 meses!!! No entanto, mesmo sendo um fanático entusiasta, jamais tinha escrito nada até agora. Justamente por ser fã, e na melhor das intenções – a revista é realmente importante na minha vida – é que redijo essa crítica, que entendo ser construtiva.

    A premissa de uma revista de teor crítico é a confiança que gera em seus leitores. Numa revista de cinema, queremos ler matérias sobre filmes, séries, novidades, bastidores, porém existe sempre um “acordo” de que esse editorial vai potencializar a experiência de assistir aos filmes. Traduzindo: a função das matérias deve ser a de expandir a experiência de prazer ao assistir um filme. Vocês cumprem isso com louvor. Porém, o inimigo dessa premissa de confiança se chama SPOILER. Toda a confiança na leitura tranquila de uma revista séria sobre cinema é que ao menos tenhamos a certeza da OPÇÃO de ler ou não um SPOILER, pois o mesmo pode acabar com a surpresa, tão importante para o prazer de um cinéfilo. Na antiga SET, quando um SPOILER era necessário, ele era acompanhado de um AVISO, para democraticamente permitir que leitores tivessem a opção de não ler a matéria e usufruir assim da surpresa sobre o filme.

    Na edição 64 de PREVIEW, fiquei eufórico com a capa do Brad Pitt e com a matéria sobre Fury – Corações de Ferro. Como cinéfilo, acompanho as matérias sobre o filme, e tinha imensa expectativa sobre ele. Mas eis que, para minha perplexidade, logo de cara, no segundo parágrafo da página 16, leio “…ainda tentam resistir ao INEVITÁVEL RESULTADO”. A Mariane Morisawa sabe o que significa “INEVITÁVEL RESULTADO” num filme de guerra? Sem acreditar no que li, esperei e assisti ao filme no cinema. E descobri que a Mariane, através da PREVIEW me contou o fim do filme. SPOILER. Entendam…não é TITANIC onde dizer que o navio afunda não faz diferença. É um filme de ficção, e justamente a graça está em ficar até o último segundo acreditando que finais são cinematográficos. VOCÊS CONTARAM O FIM DO FILME!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Acho isso imperdoável. Rompeu com a confiança que tinha em vocês. E não gostaria de ter essa experiência novamente. Muitos amigos também se manisfestaram em revolta. Mas enfim…escrevo pela primeira vez em 30 anos para uma revista (tenho 44 anos), com boas intenções, pois não quero parar de comprar PREVIEW. Mas para isso quero (eu e meus amigos) a garantia de que tomarão cuidado com os SPOILERS. A revista deve AMPLIFICAR a experiência cinematográfica, e não arrasar com ela.

    Carinho a todos, e parabéns pelo trabalho.

    Fábio Cardia

  • Segundo mês que recebo a revista pela assinatura e o segundo mês que ela chega amassada, a revista é dobrada em três para caber na casa de cartas ou no portão e ficam as marcas de amassado na capa e contracapa, assinei pela facilidade de ter todas as edições mas já estou me arrependendo, será que é tão difícil entregar uma revista sem ter que dobrá-la?

    • Caro José, infelizmente não somos nós que entregamos a revista em sua residência, e sim o correio. Nós podemos fazer uma reclamação formal para a empresa, mas o responsável pelo manuseio é o carteiro que serve a sua região, que não está fazendo seu trabalho corretamente. Também podemos enviar novamente as edições avariadas, mas nada garante que a falta de cuidado não se repita. Se for possível, entre em contato com a agência do correio mais próxima e comunique o fato. Se for complicado para você, nós registraremos a reclamação formal. O mais importante é você nos informar se isso continua se repetindo. Pedimos desculpas, mas é algo que realmente está fora de nosso controle.

  • Na matéria “aposta na mesa” da edição de janeiro Suzana Uchôa Itiberê como era esperado por parte de preview rebaixa as atuações femininas, mesmo com dois filmes previsto para estrear agora em fevereiro Julianne Moore favoritíssima e merecidíssma para ganhar o Oscar, é mais uma atriz que passa em branca páginas (como Cate Blanchett o ano passado e tantas outras) pela revista e possivelmente até os filmes Para Sempre Alice e Mapas para as Estrelas também passe em branca páginas, ou teremos os dois filmes socados numa mesas critica . Uma revista que só da destaque a filmes protagonizados por homens as atuações femininas sempre serão consideradas fracas por elas, puro machismo por parte da revista.

  • Capa muito bonita! independente do filme. Acho que é um acerto porque embora muitos não gostem (e isso sem ter visto o filme) não dá para negar que é o filme do mês e a revista precisa vender e obter mais leitores. No mais o que mais me interessa é a cobertura do Oscar (edições do Oscar são sempre históricas pois é para guardar e serve de referência para o futuro).

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