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Cineasta brasileiro recebe apoio do Festival de Roterdã

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Premiado em Cannes, em 2016, o cineasta João Paulo Miranda, de Rio Claro, tem mais motivos para comemorar em 2017. Seu longa Casa de Antiguidades, produção da Bossa Nova Films e da francesa Maneki Films, acaba de receber apoio do Hubert Bals Fund, fundo administrado pelo Festival de Cinema de Roterdã. O projeto está entre os quatro escolhidos para receber 55 mil euros.

http://revistapreview.com.br/wp-content/uploads/2017/07/João-Paulo-Miranda-casa-das-antiguidades-memory-house.pngO aporte financeiro só é oferecido aos projetos considerados promissores, de diferentes partes do mundo, em estágio avançado de desenvolvimento, e com história e estilo próprios. Além do Brasil, Colômbia, África do Sul e Palestina também tiveram produções contempladas.

A história de Memory House (título internacional), segundo Miranda, tem toques de suspense e vai contar sobre um trabalhador rural nordestino que se muda para o frio e inóspito sul do Brasil em busca de trabalho. Lá, ele encontra uma misteriosa casa abandonada, onde irá se conectar com suas raízes.

O projeto foi também um dos seis selecionados (entre centenas) de várias partes do mundo a participar do Cinéfondation 2017. Por conta disso, o diretor voltou agora de uma temporada de seis meses, em Paris, onde desenvolvia esse que será seu primeiro longa. O prêmio em Cannes 2016 foi com seu terceiro curta. Assim, A Moça que Dançou com o Diabo (The Girl who Danced with the Devil), imagem de abertura desta notícia e trailer abaixo, acabou desencadeando essas boas notícias para ele e, claro, para o cinema nacional.

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