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Morre Jeanne Moreau, um ícone do cinema francês

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Com cerca de 150 produções audiovisuais na carreira, morreu aos 89 anos a atriz Jeanne Moreau. Considerada por um significante parcela dos cinéfilos mundo afora como uma das divas do cinema, a parisiense foi encontrada em sua casa já sem vida, segundo a agência de notícias France Presse.

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Cena clássica de Jules e Jim – Uma Mulher Para Dois (1962), de François Truffaut

Ganhadora de um BAFTA por sua atuação em Viva Maria! (1965), de Louis Malle, Moreau conquistou mais de 20 prêmios, a maioria em reconhecimento pela obra. Ao longo extensa carreira, estrelou produções de outros diretores consagrados, como A Noite (1961), de Michelangelo Antonioni, imagem que abre a notícia, Jules e Jim – Uma Mulher para Dois (1962), de François Truffaut, O Processo (1962), de Orson Welles, Joanna Francesa (1973), do brasileiro Cacá Diegues, O Último Magnata (1976), de Elia Kazan, e Querelle (1982), de Rainer Werner Fassbinder.

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Jeanne Moreau em Joanna Francesa (1973), de Cacá Diegues.

O compatriota Luc Besson foi responsável por ter a venerada atriz em um cinema mais comercial, com a participação dela em Nikita – Criada Para Matar em pleno 1990. Entre seus últimos trabalhos no cinema constam a comédia francesa Le Talent de Mes Amis (2015), não exibida por aqui, e a coprodução Portugal/França O Gebo e a Sombra (2012), dirigida por Manoel de Oliveira. Descanse em paz, Jeanne Moreau (1928-2017)

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Jeanne Moreau interpreta Amande ao lado de Anne Parillaud, a Nikita, de Luc Besson.

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